PC’s Weblog

18 Julho , 2008

Analise técnica 18/07/08

Na sessão dessa quinta-feira a bolsa de valores brasileira operou totalmente descolada do mercado acionário dos EUA. O
otimismo por lá fez com que os investidores abandonassem mais uma vez as ações que são fortemente influenciadas por
preços de commodities, como são os casos de Vale e Petrobras, o que influenciou negativamente diversos setores do mercado
local. Entre os papéis mais negociados no mercado local, apenas o setor bancário teve um desempenho um pouco melhor e
caiu menos, influenciado pelo balanço melhor que o esperado do JP Morgan, BlackRock e Wachovia. Nos EUA, tanto a
Construção de Imóveis (Junho) como os Imóveis Novos em Construção (Junho) vieram acima do esperado e tiveram impacto
positivo nos mercados, por reduzir um pouco as preocupações com o segmento de crédito imobiliário. Os Balanços da Google,
Microsoft e AMD não animaram os investidores e após o fechamento dos mercados, a divulgação de novas perdas de U$ 4,9
bilhões pela Merrill Lynch não agradou os investidores e já soma U$ 19,2 bilhões nos últimos 12 meses. Nessa sexta-feira,
após divulgar perdas de US$ 2,5 bilhões no trimestre, o balanço do Citigroup agradou os investidores, com números em linha
com as projeções dos analistas. Os mercados futuros dos EUA e as principais bolsas européias reverteram sua tendência e
passaram a operar em alta após a divulgação do resultado do Citigroup, o que sugere uma abertura positiva para o mercado
acionário local.
ANÁLISE GRÁFICA - Ibovespa: 1ª Resistência: 62.000; 1º Suporte: 58.000

O Ibovespa segue abaixo das médias móveis de 21, 60, 100 e 200 dias, indicando cautela com novos posicionamentos.
Contudo, a manutenção do importante suporte situado na casa de 58.600 pontos abriu espaço para um repique corretivo de
curto prazo. Assim, eventuais aplicações devem ser feitas gradualmente para obter preço médio atrativo e compras mais
importantes devem aguardar a superação da média de 200 dias.

Fonte: Spinelli Corretora de Valores

Eu particularmente vou aguardar uma simetria mais otimista para voltar a operar comprado, o próximo rompimento do ultimo topo por volta de 62.200 pode sinalisar um ponto de entrada, porém vale a pena esperar um RH(Ross Hook) ou TTE(Traders Trick Entry)!

7 Julho , 2008

Cientistas do CERN irão recriar, aqui na Terra, os fenômenos do universo.

Arquivado em: Ciência, Notícias, Tecnologia — Etiquetas HTML:, , , , , , , , , , , , , , , — pcangelo @ 9:00 am

No final da Segunda Guerra Mundial, cientistas europeus se uniram para fundar o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN), no início da década de 1950. Logo no início das pesquisas, os mesmos cientistas tiveram mais uma idéia. “Que tal criar um acelerador de partículas para entender a natureza primordial da existência?”, se entreolharam. Passadas cinco décadas de pesquisas, em 21 de outubro deste ano, o Large Hadron Collider (LHC) - em português, Grande Colisor de Hádrons - entrará em funcionamento.

A história sobre o LHC poderia ser um roteiro hollywoodiano de ficção científica, se não fosse verdade. Trata-se de um monstruoso acelerador de partículas, a maior obra de engenharia civil já feita. Ele tem 27 km de extensão que formam um anel e está construído a 100 m abaixo da paisagem bucólica campestre da França e da Suíça. Ao total, 20 países europeus já investiram 10 bilhões de francos suíços na construção. Outros países participarão das pesquisas como os Estados Unidos, Canadá, Japão, Índia, Paquistão e Brasil.

Do que o LHC é feito?

Ele é feito com 1.232 pólos magnéticos (tubos, como canudos um perto do outro), cada um mede 15 metros e pesa 25 toneladas. Preenchendo o interior dos tubos há 96 toneladas de hélio resfriado a -271°C, a menor temperatura que existe - a temperatura do Universo é -270,5ºC. Por onde passam esses tubos, no decorrer do túnel, existem quatro detectores: Atlas, A Large Ion Collider Experiment (Alice), Compact Muon Solenoid (CMS) e LHCb. O laboratório é o CERN.

Como ele funciona?

Todos os detectores analisarão os dados fornecidos pelos experimentos. Estes serão feitos com partículas – como os prótons - que viajarão até quase atingir a velocidade da luz, ou seja, 300 mil quilômetros por segundo. Em determinados pontos, elas se chocaram umas contras as outras podendo até formar minúsculos buracos negros.

Qual a finalidade do LHC?

A primeira é entender estrutura da matéria. Como subproduto também investigar de forma mais palpável como o universo foi formado; obter informações sobre o Big Bang; unificar – ou não – leis da física que não fazem sentido quando unidas; entender o que é a matéria escura e do que ela é feita; observar o Higgs, uma partícula que existiu na origem do universo e jamais foi vista, entre outros.

Por que sua inauguração foi adiada várias vezes?

A inauguração do LHC foi marcada, primeiramente, para maio deste ano. Foi adiada para junho e agora para outubro devido a um problema de resfriamento do hélio. Isso não é perigoso. Neste caso, o hélio é importante para o processo não perder energia durante o funcionamento.

É verdade que o LHC criará buracos negros?

Possivelmente. “Mas os pequenos buracos negros que podem, eventualmente, se formar não trazem perigo algum”, afirma a professora do Instituto de Física Teórica da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Maria Cristina Batoni Abdalla. Isso porque eles não tem estabilidade, ou seja, vão desmanchar sozinhos logo após serem criados. Assim, será impossível que ele “engula” toda a Terra acabando com a vida terrestre.

Como o LHC mudará o nosso cotidiano?

De acordo com Maria Cristina, os experimentos relacionados ao LHC podem trazer melhoras em diversas áreas do conhecimento científico e tecnológico que, conseqüentemente, atingirão nosso modo de vida. Por exemplo, em cinco anos nossa internet poderá ficar mais rápida. Novas terapias contra o câncer, menos invasivas e mais eficientes, poderão ser empregadas. Os lasers tenderão a melhorar. Entre outras descobertas que estão por vir.

Confira mais dados megalomaníacos da engenhoca:

10 mil físicos e engenheiros trabalham no CERN, entre eles, 68 brasileiros;
A energia das colisões é de 14 Tera elétronVolts (TeV = 1012 eV);
Dois meses são necessários para resfriar as 96 toneladas de hélio.

Fonte: educacao-ig

2 Julho , 2008

BOVESPA oferece novas facilidades para registro de ordens através de conexões automatizadas

A BOVESPA, com o objetivo de aprimoramento contínuo do ambiente de negociação, oferecerá novas facilidades no registro de ordens de compra e venda de ações, feitas a partir de conexões automatizadas com a Bolsa (inclusive o Home Broker).

As novas facilidades - disponíveis para os participantes a partir do dia 2 de junho – são:

  • Modificação da ordem
    Antes - Pela regra atual, caso o investidor deseje mudar uma ordem de compra ou venda de ações, ele teria que cancelá-la pelo sistema e, em seguida, registrar uma nova oferta.
    Benefício - Com a nova facilidade, os investidores poderão alterar uma oferta incluída no sistema de sua Corretora (caso a ordem ainda não tenha sido executada totalmente).
    Público usuário – Investidores individuais (Home Broker), administradores de carteira e investidores institucionais.
  • Colocação de ordem com quantidade em aberto
    Antes - Pela regra atual, as ordens de compra/venda de ações são registradas no sistema de negociação da BOVESPA e exibidas em toda sua quantidade ao mercado.
    Benefício - Com a nova facilidade, os investidores poderão comprar/vender uma quantidade de ações e especificar no sistema uma quantidade diferente a ser exibida a todo o mercado (mínimo de 10 lotes do ativo). Dessa forma, a quantidade realmente a ser transacionada, por uma questão de estratégia, não é revelada por inteiro ao mercado.
    Público usuário – Investidores individuais (Home Broker), administradores de carteira e investidores institucionais.
  • Colocação de ordem com preço de abertura durante os leilões e calls
    Antes – Pela regra atual, as ordens de compra/venda tinham que ser obrigatoriamente com preço limitado no sistema de negociação da BOVESPA durante os leilões e calls.
    Benefício – Com a nova facilidade, os investidores poderão registrar ordens de compra/venda a mercado, isto é, ao preço de abertura do leilão ou call.
    Público usuário – Administradores de carteira e investidores institucionais.
    Informações adicionais sobre o registro de ordens de compra e venda de ações poderão ser obtidas pelos investidores diretamente com as suas Corretoras, especialmente quanto às facilidades oferecidas pelas Corretoras em seus sistemas de acesso ao sistema de negociação da BOVESPA.
Fonte: Bovespa

24 Junho , 2008

Ataque virtual interrompe troca de e-mails nas ilhas Marshall

A comunicação por e-mail está praticamente paralisada nesta terça-feira (24) nas ilhas Marshall, em razão de um ataque de piratas virtuais ao único provedor de internet no país. Na ação, eles utilizaram computadores infectados por pragas virtuais para sobrecarregar o servidor com spams, causando uma queda no tráfego de mensagens.

Mais de 18 horas depois do início dos ataques, o serviço de e-mails não havia sido restabelecido. Apesar de clientes da empresa estatal National Telecommunications Authority (NTA) conseguirem mandar e receber mensagens por meio de uma rede local, os internautas que não usam o e-mail da empresa não conseguem se comunicar por esse meio desde segunda-feira, afetando os negócios locais.

“Uma pessoa malévola usou computadores infectados para sobrecarregar o e-mail da NTA”, afirmou um especialista em tecnologia do país, que preferiu não se identificar. “O fato de existirem muitas mensagens enviadas mostra um grau de sofisticação no ataque”.

Autoridades locais afirmam que esse é o primeiro ataque ao provedor de internet das ilhas Marshall.

Demanda asiática acelera sumiço de tubarões no Brasil

Os tubarões do litoral brasileiro estão protagonizando um filme de horror -só que como vítimas, não vilões. Nesse novo roteiro, populações inteiras estão sendo dizimadas pelos vários tipos de pesca. Algumas, como é o caso do cação-listrado, já declinaram em até 95%.

O incremento na cobiça pelos tubarões no país em todas as partes do mundo ocorre por causa do aumento no preço da sua barbatana, puxado principalmente pela demanda asiática. Hoje, ela pode chegar a custar até R$ 100 o quilo no Brasil. É usada em uma sopa muito apreciada pelos chineses.

A procura pelas barbatanas pode ser vista, por exemplo, em Itajaí (Santa Catarina). Um barco que atracar naquele porto carregado com tubarões-azuis (Prionace glauca), após 20 dias no mar, vai ter de fazer um leilão de seu produto. Em média, pelo menos três compradores, representantes de empresas, aparecerão interessados nas barbatanas. Depois da compra, eles encaminham os produto para o exterior.

“Depende do caso, mas 200 kg podem ser arrematados por até R$ 20 mil”, diz o armador José Kowalski, dono de cinco barcos de pesca de tubarão na região de Itajaí. “Acho que vai tudo depois para Taiwan.”

Números oficiais das exportações brasileiras atestam a existência de um mercado nascente. Sob a rubrica barbatanas de tubarão secas, o Brasil ganhou, em 2007, US$ 2.312.544. Isso equivale a 131 toneladas.

O favorito

A pressão sobre o tubarão-azul, capturado pela modalidade de pesca conhecida como espinhel, é crescente. O pesquisador Jorge Kotas, do Cepsul (Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros do Litoral Sudeste e Sul), contabilizou a retirada de 35 mil indivíduos das águas do Sul do Brasil entre 1997 e 2005. Essa espécie é uma das favoritas dos pescadores, por ser fácil de apanhar e ter barbatanas enormes.

Só dessa espécie, 2 milhões de exemplares são retirados do Atlântico Sul todo ano. “Os sinais de declínio na população já apareceram no período estudado, porque houve muitas capturas de indivíduos jovens”, diz.

Segundo Kotas, o declínio pode ser notado no esforço de pesca, ou seja, o número de horas que é preciso ficar no mar para capturar uma dada quantidade de peixes. Em 2001, cada viagem rendia 5,7 toneladas de tubarão-azul desembarcadas em Itajaí. Em 2005, eram 3,4 toneladas por viagem.

“Finning”

Kowalski diz que não está fazendo nada de ilegal -e é verdade. “Não existe nenhuma proibição de captura desse peixe”, diz o empresário, que vende parte de sua produção nas madrugadas do Ceagesp, em São Paulo (ali, o quilo da barbatana custa R$ 5,00).

Mas o que é ilegal, segundo o Ibama, é a prática do “finning” –a retirada da barbatana do tubarão em alto-mar com o descarte do animal logo em seguida– e a captura de filhotes ou de determinadas espécies ameaçadas de extinção.

“Hoje, a prática do “finning” em águas brasileiras praticamente não existe”, afirma Fábio Hazin, biólogo da Universidade Federal Rural de Pernambuco. “Os barcos nacionais aproveitam 100% dos tubarões capturados e os estrangeiros têm observadores de bordo.”

Nem todo pesquisador que trabalha com tubarões descarta a hipótese de que o “finning” ocorra no Brasil. Para o biólogo Marcelo Szpilman, diretor do Instituto Ecológico Aqualung, a pesca ilegal de tubarão, inclusive o “finning”, não só existe como precisa ser coibida. “O Brasil precisa fiscalizar o seu mar territorial. O que ocorre, muitas vezes, é que os chamados navios-fábrica operam em alto-mar por meses. Eles não precisam atracar.”

Um dos maiores especialistas no tema no Brasil, o biólogo Carolus Vooren, da Universidade Federal do Rio Grande, levanta outro problema.

Várias espécies mais costeiras, como o cação-anjo e o cação-viola, estão seriamente ameaçadas de extinção porque, além de serem alvos da pesca industrial, elas acabam sendo capturadas, às vezes de forma acidental, pela pesca amadora.

Arrastão no mar

Neste caso, os anzóis do espinhel (veja quadro abaixo) são trocados pelas redes de arrasto. Os vários tipos de pesca, segundo Vooren, dizimaram mais de 80% do cação-anjo e do cação-viola no litoral sul do Brasil.

No litoral norte do país, o cação-quati, ameaçado de extinção, tem uma queda anual na sua população de 18,4%. Em 2006, foi listado como “criticamente em perigo”. No Nordeste, o problema é a pesca do tubarão-toninha. Essas espécies estão caindo na rede cada vez mais cedo. Cerca de 90% dos animais capturados são jovens de até cinco anos de idade.

“A pesca de arrasto é uma ameaça para os elasmobrânquios [grupo dos tubarões e raias] em geral por causa da estratégia de vida deles”, diz Vooren. A taxa de crescimento populacional desses animais é baixa, e a pressão de pesca, alta. “São poucos filhotes por prole, de cinco a dez no máximo, dependendo da espécie.”

Uma das sugestões dele é que sejam criadas áreas de proibição à pesca nos locais onde os tubarões se reproduzem. Existem ao menos cinco zonas de reprodução no litoral Sul do Brasil e uma em São Paulo.

Até a pesca considerada amadora deverá ser fiscalizada, dizem os cientistas. Se no Sul, em Rio Grande, o Ibama local é atuante, em São Paulo os atravessadores de barbatanas correm as vilas de pescadores e, quase sempre, conseguem comprar o que buscam.

Na própria tabela do Ceagesp na internet, o preço do quilo do cação-viola –cuja captura é proibida– pode ser consultado pelos consumidores. No dia 19 de junho, o quilo do peixe para o atacado custava R$ 2,25.

Fonte: Folha Online

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Consumismo, degradação social e ambiental … realmente é triste o que nós “humanos” estamos fazendo ou deixando de fazer! E ai ? o que você acha disso tudo?

“O ser humano só toma a atitude de mudança quando o problema começa a devorá-lo. Estamos num estado de emergência, mas pouquíssimas pessoas notaram isto. Será que seus filhos vão respirar oxigênio de tubo? Será que isso não pode mudar? ” Cólera - Punk Rock Nacional >> http://www.colera.org/

Link Interessante:http://culturalrevolucao.blogspot.com/2007/12/msica-em-favor-do-planeta-terra.html

19 Junho , 2008

Curso Analise Técnica: Como usar a análise gráfica para comprar ou vender ações

Opa Pessoal, conheço o docente que irá ministrar este curso, ele trabalha exclusivamente com mercado financeiro a alguns anos! Vale a pena fazer o curso para aprender as metodologias utilizada por ele que engloba Lay of chats do Joe Ross, Simetria Sanfonada do Marcio Noronha, agulhada do Didi além de outras metodologias desenvolvida por ele no dia a dia de mercado! Abaixo segue a descrição do curso:

Como utilizar os gráficos de forma objetiva, prática e simples para detectar os pontos de compra e venda de ações? As pessoas que procuram por cursos de análise gráfica se deparam com tantos conceitos, estudos, indicadores e sistemas operacionais que acabam ficando ainda mais confusas para analisar o mercado. Este curso pretende apresentar uma metodologia simples de utilizar os gráficos de maneira eficiente. Baseada na experiência do próprio autor com a análise gráfica ao longo de vários anos, ela requer apenas o conhecimento de poucos conceitos, porém muito importantes, e uma boa dose de disciplina. Sem precisar ser um expert no assunto, você poderá negociar ações como um verdadeiro profissional.

Programa:

  • Gráfico de barras e linha
  • Períodos ou tempos gráficos
  • Suportes, resistências, topos, fundos e pontos de retorno
  • Linhas e canais de tendência
  • Movimento lateral (congestões)
  • Gaps
  • Classificação das tendências (primárias, secundárias e terciárias)
  • Saldo de volume acumulado (OBV)
  • Padrões de zig-zag: identificando pivots
  • Pontos de entrada
  • Ordem Stop
  • Critério para seleção da operação
  • Gerenciamento financeiro
  • Alguns softwares de análise gráfica

Data: 26 de junho de 2008
Horário:
20:30h às 22:30h
Carga horária: 02 horas
Investimento: R$ 47,00 (quarenta e sete reais)
Local: Evento realizado através de áudio conferência pela Internet. Para saber mais clique aqui.

Palestrante:
Glauco Roberto de Castro Araújo dos Santos é formado em Administração pela faculdade de Economia, Contabilidade e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP). Apaixonado e dedicado ao estudo da análise técnica (ou gráfica), há sete anos vem atuando em diversos mercados (ações, opções, futuros e forex) como trader independente. Também é consultor e analista técnico e participa do site especializado em análise técnica (
www.angraf.com.br) desde 2004. Colaborou com vários artigos para a revista eletrônica “Timing” do analista Márcio Noronha. Participa, como professor convidado, do curso de extensão “Investimento e Análise do Mercado de Ações” da Universidade São Judas.

Clique aqui para fazer o curso!!

13 Junho , 2008

Macaco-prego entende valor do dinheiro

Mesmo separado do homem por 35 milhões de anos de evolução biológica, o macaco-prego demonstrou em experimentos na Itália possuir uma capacidade demasiado humana: o bicho entendeu o valor simbólico do “dinheiro”. Foi a primeira evidência clara de que macacos também conseguem raciocinar com símbolos.

A equipe de cinco pesquisadores da Itália e dos EUA testou cinco desses pequenos macacos brasileiros com opções de comida e de objetos usados para simbolizá-la, que serviam como uma espécie de “dinheiro” que os animais podiam trocar por um lanche.

Divulgação
Experimento com macacos que envolvia escolha entre alimento e fichas de pôquer mostrou que primata raciocina usando smbolos
Experimento com macacos que envolvia escolha entre alimento e fichas de pôquer mostrou que primata raciocina usando símbolos

O ser humano já foi definido como a “espécie simbólica”, dizem os autores do estudo, liderado por Elisa Addessi e Elisabetta Visalberghi, do Instituto de Ciências e Tecnologias Cognitivas, de Roma.

A compreensão de símbolos “transformou drasticamente nossos ancestrais hominídeos ao longo da evolução”, escreveram os cientistas em artigo na revista “PLoS One” (www.plosone.org). A capacidade culminou numa linguagem complexa que auxilia acumulação e transmissão de cultura entre gerações.

O aprendizado de símbolos já foi observado antes em experimentos com chimpanzés, “parentes” mais próximos do ser humano. Mas que isso fosse possível com animais bem mais distantes evolutivamente, como o macaco-prego (nome científico Cebus apella), foi a grande surpresa agora.

Cinco macacos foram testados em gaiolas nas quais tinham a possibilidade de puxar uma entre duas gavetas com comida ou com o “dinheiro” –objetos não-comestíveis, como fichas de pôquer, que as representassem.

Os macacos já tinham previamente aprendido a trocar o “dinheiro” por comida; agora o objetivo era testar se isso derivava de um mero condicionamento ou se de fato raciocinavam usando o objeto como símbolo da comida.

Primeiro, os pesquisadores testaram suas preferências entre três tipos de alimentos, ordenados como “A”, “B” e “C”.

A idéia era checar um importante traço do processo de decisão, a chamada “transitividade”: se prefiro comer “A” a comer “B”, e prefiro “B” a “C”, certamente vou preferir “A” em relação a “C”. Depois, os macacos eram testados com quantidades diferentes tanto de comida quanto de objetos.

Os resultados mostraram que os macacos-pregos de fato se comportavam de acordo com a transitividade. Fosse com a comida, fosse com o “dinheiro”, eles preferiam “A” a “B”, “B” a “C” e “A” a “C”.

Simbólico e concreto

“É um resultado muito interessante”, afirma o pesquisador brasileiro Eduardo Ottoni, do Instituto de Psicologia da USP, comentando o estudo. Ottoni colabora com os italianos em pesquisas de campo com macacos-pregos no Piauí.

“Ainda que com algum viés ou dificuldade, os macacos conseguiram lidar com o problema simbólico de maneira comparável à maneira com que lidaram com o problema concreto –o ranking qualitativo de preferências e a transitividade se mantém”, diz Ottoni.

Ou, nas palavras dos autores, “no geral, os resultados sugerem que os macacos-pregos usam mecanismos cognitivos similares quando avaliam opções em ambos os contextos, real e simbólico”.

Fonte: Folha de S.Paulo

Milícias substituem traficantes como reis do crime no Rio, diz ‘NYT’

Arquivado em: Notícias, Sociologia — Etiquetas HTML:, , , , , , , , , , , , , — pcangelo @ 9:32 am

As milícias que expulsam traficantes e assumem o controle das favelas são uma nova ameaça violenta no Rio de Janeiro, segundo reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal americano “The New York Times”, intitulada “Milícias substituem gangues como reis do crime no Rio”.

A reportagem cita o caso da jornalista, do fotógrafo e do motorista do jornal carioca “O Dia” seqüestrados e torturados por membros da milícia que controla a favela do Batan, quando realizavam uma reportagem sobre mercados paralelos ilegais nas favelas.

Os jornalistas alugaram uma casa no local, onde pretendiam passar um mês investigando esses mercados e sua relação com os moradores da comunidade.

“O Brasil é um país que passa por um boom econômico que está tirando milhões de pessoas da pobreza. Mas no Rio, o incidente, que veio à tona em uma série de artigos publicados pelo jornal “O Dia”, se tornou um proeminente sinal das pressões nesta cidade, contaminada pela violência e por uma força policial notoriamente corrupta”, diz o NYT.

O jornal afirma que apesar do crescimento econômico, as favelas continuam se proliferando no Rio, e com elas as milícias, já que a polícia está ocupada combatendo traficantes. Segundo o NYT, os baixos salários acabam levando policiais, bombeiros e funcionários de prisões a formar essas milícias, enquanto mantêm seu trabalho regular.

“As milícias preencheram um vácuo de autoridade prometendo aos moradores segurança em troca de pagamentos. Ao mesmo tempo, eles tomam para si uma série de empresas ilegais: o controle do suprimento de água e gás natural, de máquinas de apostas, a divisão de conexões de TV a cabo e, em muitos casos, a venda de drogas.”

Mas o jornal afirma que, para muitas das comunidades, as milícias são o mal menor, e cita o chefe do Draco (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas, que combate o crime organizado no Rio), Cláudio Ferraz, para quem as milícias ganham a simpatia das comunidades por expulsar os traficantes.

“As milícias, estimadas entre 60 e 100, têm conexões poderosas e freqüentemente estão ligadas não apenas à força policial da cidade, mas também a políticos que oferecem um porto seguro em troca da garantia de votos ou dinheiro dos moradores”, afirma a reportagem, citando os casos do vereador Jerônimo Guimarães Filho, preso em dezembro acusado de formação de milícia, e do deputado e ex-chefe de polícia do Rio Álvaro Lins, acusado de ajudar na formação de grupos armados.

A polícia tem medo de agir contra as milícias por causa das violentas represálias, diz o jornal, e mesmo os jornalistas seqüestrados e torturados mantiveram seu nome em sigilo, numa tentativa de evitar atos de vingança.

O jornal descreve a tortura sofrida pelos jornalistas e comenta que um dos suspeitos já identificados foi preso, mas outro conseguiu fugir.

“Durante uma visita na semana passada, tudo estava quieto em Batan, mas os nervos ainda estavam em frangalhos. Uma forte presença policial era visível por toda a favela, com patrulhas circulando de poucos em poucos minutos. Os moradores disseram não acreditar que isso duraria muito.”

“Enquanto alguns moradores lamentavam o que ocorreu com os jornalistas, a maioria disse que se sente mais seguro com a milícia. Poucos, no entanto, revelaram seus nomes quando discutiram o assunto, dizendo temer retaliação”, afirma a reportagem.

Uma moradora disse que as coisas haviam melhorado desde a chegada da milícia na comunidade e outro afirmou que, com a milícia desmantelada, ele temia que, quando a polícia deixasse o local, gangues de traficantes voltariam a invadir a favela, reiniciando o ciclo de violência.

“Vai ser um inferno. Agora estamos nas mãos de Deus”, disse o morador ao NYT.

Fonte: BBC - Último Segundo

11 Junho , 2008

Notepad++

Arquivado em: Ciência, Informática, Notícias, Tecnologia — Etiquetas HTML:, , , , , , , , , , , — pcangelo @ 4:25 pm

Notepad++ é um editor de código livre (e um substituto do Notepad), que suporta várias linguagens de programação, rodando sobre o ambiente MS Windows.

Este projeto é baseado em um componente para editor de texto, o Scintilla (um componente muito poderoso), escrito em C++ com pura api win32 e STL (o que garante alta velocidade de execução e pequeno tamanho de programa), está sob a licença da GPL.

Veja abaixo as características do Notepad++ :

-Destaque de Sintaxes e Sintaxe de Blocos
- Suporta diversas linguagens de programação
- WYSIWYG (O que você vê é o que você tem)
- Auto completar
- Múltiplos Documentos
- Múltiplas Visualizações
- Suporta Expressões de Busca/Substituição
- Suporta o Arrastar e Soltar
- Posição Dinâmica de Visualizações
- Auto detecção de Estado do Arquivo
- Avanço/Recuo de Zoom
- Ambiente com Suporte a Múltiplos Idiomas
- Marcadores
- Chaves, Colchetes e Parênteses com Destaque
- Grava e Reproduz Macros

Para fazer Download clique em Utilitarios/IDE

10 Junho , 2008

Uma nova forma de seqüestro se transformou em uma das principais preocupações da Divisão Anti-Seqüestro (DAS) de São Paulo. A polícia está atrás de uma quadrilha que já fez dezenas de vítimas em todo o País.

Arquivado em: Notícias, dicas — Etiquetas HTML:, , , , , — pcangelo @ 11:07 am

O bando anuncia em jornais de circulação nacional ou regional carros importados ou máquinas agrícolas com até 50% de desconto. Quando questionados pelos interessados, dizem que o preço se deve ao fato de terem isenção de impostos. Exigem, no entanto, pagamento à vista.

O preço do negócio se transformará no valor do resgate da vítima, dominada no encontro para fechar o negócio. A quadrilha é muito violenta: já assassinou dois policiais, e uma de suas vítimas está desaparecida há dois meses, mesmo depois de a família ter pago o resgate.

“Eles atuam em todo o Brasil e fizeram vítimas em Goiás, São Paulo, Rio, Paraná e Santa Catarina”, disse a delegada Juliana Pereira Godoy Rodrigues, da Divisão Anti-Seqüestro de São Paulo. Uma de suas vítimas, o empresário Manuel Martins de Oliveira, de Goiânia, foi atraído a São Paulo pelo anúncio de uma picape Dodge Ram.

O carro com cabine dupla, que vale R$ 140 mil, estava sendo oferecido pelo preço do modelo da picape com cabine simples - cerca de R$ 100 mil. O caso mobilizou até o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que telefonou ao secretário da Justiça de São Paulo, Luiz Antônio Marrey. “Fui procurado pela família e, como ex-promotor e senador, telefonei para o Marrey”, disse.

Segundo a delegada, os bandidos recebem os telefonemas dos interessados e passam a selecionar a vítima. Pedem garantias de que ela terá como fazer o negócio e dizem que a compra deve ser à vista - em dinheiro ou cheque. A

o mesmo tempo, o bando explica ao comprador a razão do preço baixo. O vendedor diz ser diretor de porto, como o de Santos (SP) ou o de Paranaguá (PR), ou afirma trabalhar na Receita, daí o fato de ser isento de impostos na aquisição do veículo importado ou de ter a primazia na venda de mercadorias apreendidas pelo Fisco.

O bando então marca um encontro com a vítima. Caso ela não tenha trazido dinheiro ou cheque, os bandidos telefonam à família e exigem o pagamento. “Os seqüestradores sabem que a vítima tem dinheiro e querem como resgate pelo menos o valor do veículo”, disse a delegada, responsável por apurar o seqüestro de Oliveira.

O bando exige que a família da vítima deposite o dinheiro em várias contas correntes da Bahia, Minas, Paraná e São Paulo. A polícia sabe que as contas estão em nome de laranjas e movimentam até R$ 650 mil por dia.

Fonte: ultimo segundo

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